Que lugar é esse?

Boa tarde!

Hoje eu quis trazer uma atividade de que gosto muito. Acho que é algo que me mantém sempre sonhando acordado. Quero propor, desta vez, algo em conjunto, digo, em “equipe”.

A ideia é imaginar as características de um todo a partir de sua parte. Mas não somente suas características físicas, mas tudo aquilo que estaria envolvido com a coisa ou lugar. Para deixar ainda mais legal a brincadeira, escolhi um lugar que, imagino, muitos de nós nunca visitamos e pouco sabemos sobre: uma usina. O título das imagens é POWER PLANT, logo, não sei bem que tipo, o que ficaria a cargo de vocês também. Outra fim para esse exercício é não ter medo de especular. Acredite, nem todos notarão se as especulações não são corretas desde que se crie um ambiente crível ou que se prepare o leitor pro que virá. Afinal, quanto filme “MENTIROSO” não assistimos, mas aceitamos mesmo assim? rs. É o famoso “PACTO SILENCIOSO”, que pode incluir desde simplificações nos sistemas de funcionamento do que for, até quebras das leis da física. Claro, como disse, tem de ser tudo muito plausível. E nada como uma pesquisa para se minimizar erros.

Basta bom senso para saber quando e onde se dar tais liberdades. E, muitas vezes, uma frasesinha resolve. Diga em algum ponto que “sua história se passa onde o som se propaga no vácuo ou para se sobreviver nele, basta prender a respiração… e tudo estará bem – sort of. (um exemplo ridículo de gente prendendo a respiração no espaço foi o Fortress 2, onde o mocinho salta de uma escotilha para outra. Ridículo por não termos, em nenhum momento do filme, algo que permita que aquilo é possível. No entanto, como disse antes, muitos nem notam essas coisas… até por ignorância de que, no vácuo, cozinhamos e congelamos instantaneamente, bem dizer.)

De volta ao post de hoje, o que proponho?

Observem as imagens à seguir e se perguntem coisas como:

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1. Que lugar é esse?

2. O que acontecia aqui quando ainda funcionava?

3. Que tipo de gente frequentava/trabalhava aqui?

4. Como seria a história de uma delas?

5. Onde está esse lugar?

6. Em que época foi o auge de sua utilização?

7. Que idioma se ouvia nesses corredores?

8. O que acontece aqui hoje em dia?

9. Para que ainda usam um lugar como esse?

10. Que tipo de gente frequentaria aqui?

11. Que histórias poderiam se passar aqui? Filmes, livros, contos…

E muitos etc.

É isso, gente. Compartilhem suas ideias, por favor. Sugiram sites com imagens de lugares para continuarmos a brincadeira. Isso funciona com qualquer lugar, coisa, gente, etc. (estou cheio de eticéteras hoje).

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10 pensamentos sobre “Que lugar é esse?

      • Cérebrooooooooooo! viva? mais ou menos ne? tô mais pra zumbi do “the walking dead” do que qualquer outra coisa. kkkkk. Anyway, amei esse post. Ainda não tive tempo de elaborar minhas respostas mas tô matutando elas day-in day-out! Acho até que vou repostar seu post no meu blog, posso? Aí quando repostar já coloco com as minhas respostas. Vai ficar irado. E vc, tá escrevendo muito? quando é que o livro sai? já deu tempo hein. Bjus Barts.

      • PQ VC SOME!?!?!?!
        Sei que na internet não tem muitos cérebros, mas tem uns, hahahahaha.

        Eu ACABEI DE ACABAR meu livro. Versão ZERO, that is. Agora é imprimir, ler
        de cabo a cabo exaustivamente e cortar 20%, deixando bem enxutinho e sem
        pontas soltas.

        Tem uma editora interessada nele. Recebi a notícia pelo meu Coach e, se
        tudo der certo, imagino (espero) que saia este ano ainda.

        #torcendo

        E CLARO que pode colocar no seu blog, né?

        Bjs.

  1. Nossaaaaaaa que inveja. Quero um coach tb, quem sabe assim meu livro desencana? Qual historia vc desenvolveu; aquela do arquivo 32 (acho que esse era o nome) ou a do cubo? Ou inventou algo completamente novo, agora fiquei curiosa. Gente, vou morrer de tanta curiosidade se não me contar. Conta vai, só esse tiquinho! Bjus Barts.

  2. O problema é exatamente esse, produzir uma cena por dia!!!Céus, pq isso é tão difícil já que tudo tá na sua cabeça??? Ahhhhhhhhhhhh, maldita pagina em branco.

    • Um das dicas que li foi “não pare de escrever”. Não importa o quê. Sente-se e escreva. Não vem nada, não importa, escreva o que tem na cabeça, reclamações, frustrações, tudo. Vai despejando, contando como estão as paredes, as moscas voando, os gatos saltando no teclado no notebook… o que for. Uma hora ideias brotam. Faça isso por 30min/1h. Sempre que pretender escrever, até criar o costume.

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